Granadas de Mão e Espingarda Classificação das granadas de mão |
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São as que respondem às necessidades da realidade da guerra e só se utilizam em campanha ou em exercícios com fogo reais. Podem ser de fabrico ou de circunstância. As de fabrico são as regulamentares, as de circunstância, também chamadas de fortuna, improvisadas ou auxiliares, são em geral preparadas em pequena escala, pelas forças em operações, com os elementos de que dispõem. Os tipos são, como é de calcular, muito variados e dependem da abundância de meios (recipientes, carga, artifício de fogo, etc.) que é possível obter.
Exemplos: Granada
Ofensiva de Guerra M/62 |
São destinadas à familiarização do método de introduzir o detonador, de retirar a cavilha de segurança e efectuar lançamentos. São em princípio, idênticas às de guerra no peso, forma e artifício de fogo. Não possuem, qualquer carga de rebentamento, a qual é substituída por uma tara de areia que lhes dá o mesmo peso daquelas. Embora se trate de granadas inertes, há que considerar uma remota possibilidade de haver projecção de fragmentos de pedras ou de componentes do artifício de fogo pelo que é conveniente guardar-se, como medida de precaução, uma distância de segurança que não deverá ser inferior a 20 metros.
Exemplos: Granada Ofensiva de Instrução M/62 |
As granadas inertes propriamente ditas são exclusivamente destinadas a ensinar a prática de manejo das granadas de mão ofensivas de guerra. Semelhantes a estas, são iguais às granadas de instrução no que respeita à carga de rebentamento, diferindo delas apenas na espoleta que é também inerte, não possuindo cápsula fulminante, misto retardador e detonador. |